Guilherme Ginane

Algumas Sombras
Curadoria Douglas Freitas

O Paço Imperial recebe a partir de 11 de abril de 2019 a exposição “Algumas Sombras”, individual do artista Guilherme Ginane, com curadoria de Douglas de Freitas. A exposição “Algumas Sombras” propõe para o Paço Imperial um recorte dos últimos três anos da produção do artista onde se nota “uma vontade de conquistar a luz através do preto”. São pinturas de óleo sobre tela, desenhos de carvão sobre papel, e colagens com intervenções de óleo, grafite e carvão, que de certo modo pulsam de maneira distinta dos demais trabalhos do artista. Neles, tudo parece brotar ou submergir do preto, para então alcançar a luz. Nascido em 1980 no subúrbio do Rio de Janeiro, o artista Guilherme Ginane constrói em suas pinturas planos onde, uma figuração que reverencia a tradição da natureza- morta, beira ou atinge a abstração. Seus trabalhos se compõe a partir da observação do ambiente doméstico que o cerca, mas o espaço aparece descontruído em sucessivos planos que se sobrepõem para criar uma atmosfera densa, onde elementos, as vezes mais definidos, outras mais abstratos, se articulam sobre esse plano. A mostra, que é a primeira individual do artista no Rio de Janeiro, apresenta uma seleção de aproximadamente 30 obras, incluindo trabalhos recentes e inéditos de distintos formatos e suportes, que traçam um panorama da produção recende do artista, possibilitando ao espectador assistir, refletir e produzir novos olhares sobre a obra. Além dessas obras, uma série de cadernos de artista integra a mostra. Neles é possível ver desenhos e pinturas processuais, mais livres, feitos em momentos distintos, que marcam a natureza de observação que a obra possui, e que apontam de maneira mais direta referências da produção do artista.


*** Guilherme Ginane Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1980. Vive e trabalha em São Paulo.

Formado em Comunicação Social pela Universidade Gama Filho, Rio de Janeiro, e em Artes pela Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro, também fez acompanhamento com o artista Paulo Pasta, de 2010 a 2013. Realizou sua primeira individual, Que dia feliz hoje ainda vai ser, em São Paulo (2017), na Galeria Millan, na qual é representado. A convite do curador Douglas Freitas participou da sessão SOLOS, na Feira PARTE, em um projeto que contemplou quatro artistas em ascenção naquele ano (2017). Participou da exposição coletiva #iff2018, no Instutito Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, SP, (2018); e da coletiva Desassossego, que reuniu jovens artistas a convite de pintores consolidados, na Galeria Estação, São Paulo, SP (2016). Além delas, também participou das seguintes exposições coletivas: Pivô, São Paulo, SP (2016); A Gentil Carioca, Rio de Janeiro, RJ (2016); Museu de Arte de Ribeirão Preto, SP, (2015); e Galeria Marcelo Guarnieri, São Paulo, SP (2014). Participou também do Salão de Arte de Ribeirão Preto (2014 e 2013) e realizou residência artística no Pivô, São Paulo, SP, entre 2015 e 2016. Algumas de suas obras integram a coleção do Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, SP.

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